EQUIPE COLABIRINTO

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Bárbara Xavier

Vito Campilongo

Moara Tupinambá, nasceu em Maery banhado pelos Rio Guamá e Bahia do Guajará. Seus ancestrais vem do Rio Tapajós, lá da Vila de Boim e Comunidade de Cucurunã. É artista visual, curadora autônoma e ativista. Atualmente faz parte do Levante Tupinambá de Belém, do coletivo MAR, Trovoa e associação Wyka Kwara de indígenas em contexto da cidade. É comunicóloga, formada pela Universidade Federal do Pará. Atualmente pesquisa sobre sua memória familiar e identidade indígena a partir dos processos violentos da colonização.

Paraense e  Museóloga formada pela Universidade Federal do Pará. Atualmente pesquisa sobre sua ancestralidade indígena e desenvolve projetos de curadoria independente, ativista e colaborativa com indígenas em diferentes contextos no espaço Colabirinto em São Paulo. 

Vítor Ramalho Campilongo (São Paulo SP 1992), Artista Plástico e Cultivador Cultural. Suas pesquisas, ações individuais e coletivas são guiadas a partir da tentativa de desconstrução de modelos que se apresentam vigentes mas fragilizados, por meio de plataformas de arte e cultura. As temáticas trabalhadas pelo artista fazem reflexões sobre a sociedade, estética, história e política.

 

Moara Tupinambá

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Cassis Bian

Me chamo Cassis Nhinhodeá, não Binário periférico, mãe, indígena em contexto urbano,  esposa de aluguel, artista residente da maior ocupação artística da América Latina, a Ouvidor 63. E artista colaborador do coletivo de artes Colabirinto. 
Nascido e criado na periferia do extremo sul de São Paulo, Grajaú. Atua como artista de rua há 8 anos, transitando entre as várias formas de expressões e manifestações artísticas. 
Começou com música nos trens e metrôs da grande cidade cinza, e demais estados de Abya Yala, e foi migrando aos poucos para ações diretas nos faróis, com circo e performances, arte educação, e palhaçaria. Atuo também como fotógrafo e diretor de fotografia.
"Não Binarie indígena periférico, pobre e independente! E estou na margem, e isso tem feito de mim mais forte. Nasci e cresci acreditando que quando a fome era na alma, comida nenhuma acalmava. Acreditei errado, pois quando submergi na arte essa sensação de fome e vazio começou a sumir, sigo na resistência nessa grande metrópole cinza. “EU SOU TUDO O QUE O ESTADO NÃO QUER”

Lígia Tortella

Lígia Tortella, nascida em São Paulo em 1998, é Artista Visual, pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, Produtora Cultural e Social Media. É parte integrante do Estúdio Colabirinto e do Coletivo AtoArte.
 
Sua produção acontece no âmbito instalativo, a partir do estudo e pesquisa de materiais. O papel é o primeiro material dessa pesquisa e se mostrou disponível para cumprir diversas funções. É um material que permite que se explore texturas, colagem, e tantas diversas manifestações. O corpo acaba por se tornar objeto artístico e a ser suporte a partir de certo momento da pesquisa.